Dica de Filme: Lucy

segunda-feira, setembro 01, 2014 Luis Leitte 0 Comments

Semana passada eu tive a oportunidade de fazer algo que gosto bastante, ver um bom filme no cinema, o filme da vez foi LUCY, dirigido por Luc Besson (Busca Implacável e O Quinto Elemento) e estrelado por Scarlett Johansson e Morgan Freeman.
Talvez haja spoilers, cuidado!


O filme em si me agradou bastante pela costura como ele é feito, por dar um ar de quero mais. Outra coisa que deixa a trama interessante é o fato de misturar ciência, mitologia em um cenário que lembra uma historia em quadrinhos. Uma das outras coisas que achei interessante, foi o fato de como ela adquiriu seus “poderes”. As maiorias dos filmes de ficção fazem isso por meio de radiação ou de substancias inimagináveis, em LUCY ela os adquire por ingestão da droga sintética CPH4, produzida em baixas quantidades por mulheres gravidas.

E ai é onde se encontra um dos pontos altos do filme, com essa droga ela não consegue apenas um poder, mas varias habilidades possíveis, apenas com a expansão do seu alcance cerebral. Outro fator é que Lucy é uma personagem que vivem “no mundo real”, não é em um mundo paralelo ou em futuro distante. Ela é uma personagem que vive como nós e não é dotada de inteligência, apenas estava no local errado e na hora errada. Com a ingestão da droga e sua capacidade cerebral se elevando ela se torna uma mulher com propósitos pessoais, ela não pensa em livrar o mundo da máfia ou ser uma super-heroína, ela quer a droga para fins científicos.

As cenas de ação são trabalhadas de maneira inteligente, ao invés de socos, chutes e perseguições de carro com armas, tudo se resume ao poder de seu cérebro. Pode ser equivocado, mas existe até um ar feminista, mostrando uma mulher capaz de derrotar todos os homens ao seu redor. A sobreposição de cenas do filme entre cosmos, vida real e reino animal é construída de maneira clássicotrash, mas aplicada inteligentemente ao todo.



A expectativa do filme é tentar responder a pergunta: “E quando chegar a 100%?”. E eu digo, me surpreendeu. A atuação de Scarlett associado ao enredo são um bônus a se apreciar

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